A cronista Carolina Lins reflete sobre a mudança nas suas prioridades pessoais ao longo do tempo. Após ter associado a ideia de felicidade a ambientes urbanos repletos de atividades, serviços e movimento constante, a autora revela agora o desejo de se estabelecer no Alentejo. Esta transição reflete uma nova procura por serenidade e um estilo de vida mais ligado à terra, que a própria descreve como o despertar de uma faceta mais rural. O texto aborda a perspetiva de envelhecer com tranquilidade, distanciando-se do ritmo acelerado das grandes cidades que outrora considerava fundamentais para o seu bem-estar.
Source : Público
