Numa entrevista recente, Eduardo Sá abordou os desafios enfrentados após o seu acidente, destacando a sua forte rejeição a ser tratado com condescendência ou como uma pessoa com deficiência. O psicólogo e comentador denunciou a forma como a sociedade portuguesa discrimina frequentemente os indivíduos, classificando esse comportamento como obsceno. Além da questão do preconceito, Sá partilhou as suas perspetivas sobre o papel da inteligência artificial no sistema educativo, manifestando reservas quanto à sua implementação. A conversa estendeu-se ainda a temas existenciais, como a importância do silêncio, a natureza das relações de amizade e a necessidade de normalizar a expressão emocional, nomeadamente o direito de chorar livremente, como parte integrante da experiência humana e da autonomia pessoal.
Source : Observador
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