A implementação de uma reforma estrutural no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) gerou controvérsia pouco tempo após a sua entrada em vigor. Rosa Valente de Matos destaca, num artigo de opinião, a situação peculiar em que o próprio presidente da instituição reconhece a urgência de modificar o modelo recentemente validado pelo Executivo. Esta discrepância entre as promessas políticas iniciais e as necessidades operacionais observadas na prática levanta questões sobre a eficácia do planeamento governamental para o setor da emergência médica em Portugal.
Source : Público

